Escolha certeira

Quando a empresa não tem RH, o gestor é o responsável pela seleção de funcionários. Conhecer e aplicar técnicas utilizadas por especialistas contribui para bem realizar essa tarefa

Muitas das micro e pequenas empresas no Brasil não têm condições de manter um departamento exclusivo de seleção e recrutamento. E sem esse recurso em mãos, não é raro que a tarefa de contratar um bom funcionário se torne uma verdadeira novela que, às vezes, não tem final feliz. Por isso, para acertar na admissão de alguém e evitar o ingresso de pessoas sem qualificação — ou até de má índole —, o gestor deve conhecer e aplicar ao menos algumas técnicas empregadas por profissionais experientes do setor de recursos humanos.

Os especialistas são unânimes em afirmar uma coisa: em qualquer companhia, não importa qual o ramo, uma contratação só é bem-feita se começar com a definição precisa das tarefas a serem cumpridas pelo futuro colaborador. Ou seja, é fundamental saber exatamente o que ele deverá fazer dentro da organização. A partir disso, fica mais fácil decidir qual é o perfil e os requisitos necessários para que o profissional cumpra as suas tarefas. Entre as exigências estão formação acadêmica e cultural, fluência em outros idiomas, idade, experiência e assim por diante.

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Versatilidade dá o tom

Os modelos 416F2 e 420F2 contam com novo design das estruturas de escavação e de carregamento, nova cabine e fácil acesso aos pontos de manutenção

O lançamento da Série F2 de retroescavadeiras Caterpillar abriu as comemorações pelos cinco anos de operação da fábrica em Campo Largo (PR), que serão comemorados em outubro deste ano. Os novos produtos, da série global de retroescavadeiras da marca, passam a ser produzidos localmente nos modelos 416F2 e 420F2.

Segundo a fabricante, a nova série oferece um nível ainda maior de desempenho, confiabilidade e durabilidade. As máquinas são equipadas com cabine redesenhada para dar mais conforto ao operador, têm mais capacidade de levantamento e força de desagregação do material, fácil acesso aos pontos de manutenção, além de funcionalidades e opções adicionais que aprimoram o desempenho e a produtividade.

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Evolução em meio ao caos

Por Nuno Antunes Ferreira*

Em artigo publicado em janeiro de 2007, Alfred Hubler, Glenn Foster e Kirstin Phelps citavam Catherine Brinkworth e escreveram que “o caos é inevitável. No sentido que perturbação implica evolução, também é desejável. Mas o gerenciamento é essencial. Não tem qualquer sentido pensar que alguém o fará por nós. Você tem as suas estratégias pessoais bem definidas?”

Independentemente de sermos, ou não, entusiastas ou estudiosos da teoria do caos, ao acreditarmos que ele é inevitável e traz consigo evolução (positiva, assim esperemos), algo de extraordinariamente bom deve estar para ocorrer no mundo.

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Toma lá, dá cá

Um bom negociador comercial deve ser confiável, bem informado e cativante, entre outras qualidades, para obter as melhores condições para a sua empresa sem desfavorecer a outra parte

No capitalismo, a regra é clara. O comprador sempre quer pagar o menor valor possível, e quem vende faz de tudo para lucrar o máximo. Tal lógica obriga aquele que se envolve em uma negociação comercial a estar bem preparado para lidar com clientes, fornecedores e outros stakeholders. Afinal, é preciso favorecer a empresa, mas sem desagradar a quem está do outro lado do balcão, pois ambos têm o mesmo objetivo: buscar uma parceria que possa fortalecer suas atividades e colocá-los em vantagem em relação aos concorrentes.

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Com tudo em dia

Empresas de locação de equipamentos para a construção civil podem atuar em licitações e parcerias com construtoras, mas para isso precisam estar bem preparadas para o trabalho

Quando uma pequena ou microempresa atinge taxas constantes de crescimento e tem boas perspectivas, os gestores geralmente passam a pensar em expandir as atividades. Nesse instante, muitos decidem apostar em dois caminhos: participar de licitações e buscar parcerias com grandes construtoras. Do pensamento à concretização do plano, porém, há um longo caminho a percorrer.

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Dois caminhos, uma escolha

No Brasil, diversos empreendedores insistem em trabalhar na informalidade. Mais do que prejudicar o mercado e ser antiético, essa atitude é nociva para os próprios negócios

 

Impostos, burocracia, fiscalizações… As dificuldades para estruturar uma empresa no Brasil levam muitos empreendedores para o caminho da informalidade. No entanto, essa solução está longe de ser a ideal. Não cumprir todos os requisitos legais é um dos principais obstáculos para que um negócio prospere, especialmente em um mercado competitivo como o atual.

 

A dor de cabeça mais óbvia para quem administra uma empresa informal é o alto risco de problemas com a lei. Hoje em dia, diante de uma atuação cada vez mais apurada de órgãos como a Receita Federal e as secretarias da Fazenda estaduais, há grandes chances de que qualquer empreendimento cedo ou tarde receba a “visita” de um fiscal. Se isso ocorrer, o prejuízo pode ser grande: as penas previstas vão de multas pesadas até o fechamento do estabelecimento.

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Sinal amarelo

Segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), no primeiro trimestre deste ano, a insatisfação dos empresários do setor industrial com a situação das finanças da companhia e com as margens de lucro foi recorde. Enquanto o índice de satisfação financeira atingiu 37,9 pontos, o de satisfação com a margem de lucro registrou 32,7 pontos. Os indicadores do estudo variam de zero a cem, e valores abaixo dos 50 pontos acendem o sinal amarelo.

Outro ponto analisado foi o acesso ao crédito, que está mais difícil. O indicador assinalou 29,1 pontos nos três primeiros meses do ano, o menor número desde o início do estudo, em 2007. Quanto mais abaixo dos 50 pontos, maior é a dificuldade de acesso ao crédito.

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Selemat em dose dupla na FecomercioSP

Aguinaldo Rodrigues da Silva, do Sindtur, e Marcus Monte Verde, do Selemat, foram eleitos presidente e vice para o mandato de um ano no Conselho de Serviços da FecomercioSP. O Selemat também participa do Conselho de Assuntos Sindicais

Em fevereiro deste ano, o Conselho de Serviços da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizou processo eleitoral para eleger novos presidente e vice-presidente para um mandato de um ano. Por unanimidade foram eleitos para exercerem os cargos, respectivamente, Aguinaldo Rodrigues da Silva e Marcus Monte Verde.

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Conhecimento compartilhado

Em março, a sede da Vermeer, em Valinhos (SP), recebeu mais de 200 pessoas durante o Mundo Vermeer, um workshop que, durante dois dias, tratou das principais áreas nas quais a empresa atua no Brasil, como fenação e silagem, infraestrutura subterrânea, escavação especializada e meio ambiente.

 

Para discutir os temas e apresentar novas possibilidades de mercado, a Vermeer Brasil chamou mais de 20 profissionais divididos por área, experts nos temas em que atuam, para contar suas experiências e dar exemplos criativos de como vencer as adversidades. “Nossa intenção foi juntar pessoas do mercado, prestadores de serviço, professores e engenheiros para termos um bate-papo sobre a conjuntura atual”, afirma Steve Heap, vice-presidente da companhia.

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