Sorria, você está em um congestionamento

Corredores de ônibus, faixas exclusivas, monotrilhos, BRTs, expansão da malha metroferroviária. Das promessas à realidade, o que tem sido feito para solucionar os problemas de mobilidade nas grandes metrópoles?

 

Os paulistanos acordaram em uma manhã de agosto com uma surpresa: cem pontos de ônibus das regiões da Vila Madalena, Avenida Paulista e Vila Mariana, entre outras, estampavam cartazes com as seguintes frases: “A espera acabou. Até o final de 2014, a extensão do metrô de São Paulo vai dobrar”.

Os cartazes continham também uma fotomontagem de Geraldo Alckmin, atual governador do Estado de São Paulo, e de Dilma Rousseff, presidente do Brasil. A união dos políticos de partidos diferentes reforçava o estranhamento da “propaganda”.

A provocação realizada pelo Greenpeace Brasil tinha o objetivo de pressionar os candidatos a assumir um verdadeiro compromisso com a melhoria do transporte público e com a mobilidade urbana para além de promessas eleitoreiras.

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Em ritmo lento

O modal rodoviário é o mais utilizado no Brasil. Apesar disso, a qualidade dessa infraestrutura deixa a desejar, assim como os investimentos prometidos pelo Programa de Investimentos em Logística

 

A Pesquisa CNT de Rodovias, realizada anualmente pela Confederação Nacional do Transporte, em sua versão 2013, apontou que, dos 96.714 quilômetros de rodovias analisados, 63,8% apresentam irregularidades no pavimento, geometria ou sinalização da via.

Nesse contexto, a presidente Dilma Rousseff anunciou uma nova rodada de concessões de rodovias para o segundo semestre deste ano. São 2.600 quilômetros de novas estradas que irão colaborar principalmente para o escoamento da safra agrícola do Centro-Oeste, região responsável pela metade da produção nacional de grãos em 2013, e de produtos de agropecuária vindos do Sul.

“A medida foi vista com bons olhos pelos empresários do setor, já que a principal característica dessas parcerias é a velocidade na finalização dos projetos, diferentemente das obras tocadas pelos governos, que costumam ser mais morosas até mesmo pelos processos de controle que são, e devem ser, inerentes à gestão de recursos públicos”, afirma Guilherme Ramos, engenheiro civil. “Certamente essas novas concessões contribuirão, no curto e no médio prazo, para alavancar e fortalecer ainda mais o setor.”

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Seguro é proteção financeira?

Por Luiz C. Monteli*

 

Ao longo dos anos, infelizmente, temos constatado a pouca importância dada para o seguro na gestão das empresas.

Visto como uma despesa entre tantas outras, até mesmo por uma questão cultural, ele não é tratado como um investimento em proteção e até mesmo na preservação da companhia no caso de algum imprevisto.

Pensar, por exemplo, que é possível comprar outro veículo ou equipamento com o dinheiro aplicado no seguro de frota é fazer uma conclusão equivocada, que pode levar até mesmo à insolvência, dependendo do prejuízo.

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Construindo o país do futuro

*Por Maurício Endo

 

Em 1900, apenas 13% das pessoas viviam em áreas urbanas. Hoje, as cidades são responsáveis por mais da metade da população mundial e esse número deverá aumentar para 70% até 2050. Diante da rápida urbanização, a infraestrutura se torna um foco de preocupação para os líderes, que precisam se esforçar para criar espaços mais habitáveis e produtivos, ou seja, cidades sustentáveis.

Segundo a pesquisa The Global Competitiveness Report 2013 – 2014, realizada pelo World Economic Forum, o Brasil ocupa a 114ª posição em um ranking de 144 países relativo a investimentos de infraestrutura. O País gasta cerca de 2% do PIB, ficando bastante atrás de outras nações, que chegam a aplicar até 10%. Com uma qualidade de infraestrutura abaixo da média mundial, seria necessário que o Brasil investisse, no mínimo, 4% para garantir um patamar desejável de desenvolvimento.

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Fiscalização do trabalho: o que a empresa precisa saber

Por Fernando Marçal*

 

De acordo com o disposto no inciso XXIV do artigo 21 da Constituição Federal, a competência para organizar, manter e executar a inspeção do trabalho é da União, através do Ministério do Trabalho e Emprego, por força do disposto no artigo 19, VII, alínea “a”, da Lei nº 8.028/90.

O ato de fiscalização em si é exercido pelo auditor fiscal do trabalho, que poderá ter acesso aos livros contábeis das empresas. É também da competência dele fazer o relatório de fiscalização, e não do procurador do trabalho, que, quando muito, poderá acompanhar o referido agente nas visitas.

A despeito de as normas de proteção ao trabalho terem caráter imperativo, o auditor fiscal não pode agir arbitrariamente, em afronta ao ordenamento jurídico.

A Convenção nº 81 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1947, aprovada pelo Decreto Legislativo nº 24/56, que regulou a matéria da inspeção, informa, em linhas gerais, os objetivos a serem atendidos pela inspeção e define, em seu artigo 12, as prerrogativas atribuídas ao auditor.

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A sustentabilidade e seus caminhos

Além de investir em tecnologias que minimizam impactos ambientais, a reciclagem é uma estrada que precisa ser trilhada

 

A Toyota Motor Corporation, em parceria com a Tsusho e mais nove empresas, desenvolveu uma tecnologia automatizada avançada de reciclagem de cobre contido dentro da fiação dos veículos. O grau de pureza do produto reciclado na operação é de 99,9%, tornando o componente reutilizável, mantendo suas características e propriedades.

A companhia já utiliza o cobre reciclado em parte de seus carros no Japão e tem a intenção de aumentar essa participação gradativamente para mil toneladas até 2016.

De acordo com estudos da montadora, a quantidade de cobre disponível no mundo abasteceria os diversos mercados que o utilizam apenas por mais 40 anos, tendo em vista que o recurso é finito e o consumo cresce. Por isso, a reciclagem e o reúso tornam-se cada vez mais importantes.

Hoje em dia, a reciclagem de veículos ocorre de maneira sistemática na Europa, nos Estados Unidos e no Japão. Veículos acidentados, com perda total ou sem condição segura para trafegar passam pelo processo.

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Injeção de ânimo

Em tempos difíceis, como manter o espírito de equipe, a motivação e engajamento?

 

Parece que, como os especialistas anunciaram, os meses entre o fim da Copa do Mundo da Fifa e as eleições caminham a passos de tartaruga na economia.

Os sinais da apatia são visíveis e estampam manchetes de jornal, como as montadoras que tentam desovar estoques em promoções ou falam em empregados em lay-off, prédios comerciais em áreas nobres que aguardam inquilinos, com juros e inflação altos, inadimplência, queda no nível de emprego, baixo crescimento etc.

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