Novos comandantes à vista

Em empresas familiares, o momento de passar o bastão para a geração seguinte é tão importante e complexo quanto é a arte de empreender, de fazer a empresa crescer e ser bem-sucedida.

Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 90% das companhias em funcionamento no Brasil têm relações profissionais e familiares compartilhadas. Independentemente do porte ou do ramo, muitas vivem os desafios da troca de comando.

Na Real Terra, a participação da segunda geração nos negócios começou cedo. Luiz Carlos Vieira da Silva passou a ajudar o pai na área operacional aos 13 anos, logo que a empresa foi aberta, na década de 80. “No início, minhas duas irmãs ajudavam, mas depois de muitos anos uma delas nos deixou e foi trabalhar em outro segmento. Já a Andreia atua com locação de equipamentos, mas em Minas Gerais”, fala.

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