Fuja das arapucas financeiras

Prazo e custo do financiamento são detalhes que podem se tornar armadilhas para a saúde financeira da empresa

 

Segundo Marcio Gabrielli, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), para evitar prejuízos, é importante considerar o custo de um empréstimo no cálculo do valor de locação do equipamento. “O gestor deve considerar todos os custos da máquina para fazer o preço de locação, inclusive o do financiamento feito para adquiri-la”, diz.

O tempo de um financiamento pode esconder perigos. “Um prazo curto exige fôlego financeiro”, alerta Gabrielli. Sem essa folga para fazer o pagamento no período em questão, cresce o risco de inadimplência e suas consequências, assim como a tentação de cair em um novo empréstimo para cobrir a dívida.

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Procura-se um bom talento

Os desafios para atrair e reter profissionais

 

Para Rosa Bernhoeft, especialista em carreiras, atualmente o profissional está muito mais dono de sua vontade e, consequentemente, da sua carreira. “Embora o mercado, com muitas ofertas, o leve a ser mais exigente em relação às oportunidades, o profissional faz suas escolhas. Quero dizer com isso que ele tem mais domínio sobre o que procura e na gestão da sua carreira”, pontua Rosa, que é diretora da Alba & Bernhoeft Associados e sócia-diretora da Alba Couselling.

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Executivos brasileiros estão cautelosos sobre contratação e investimentos antes das eleições

Apesar das previsões de vendas relativamente positivas, os CEOs que atuam no Brasil continuam cautelosos sobre a contratação e a realização de investimento, de acordo com pesquisa recente da Young Presidents' Organization (YPO). A confiança dos líderes de negócio sobre a contratação e as despesas de capital, medida pelo índice YPO Global Pulse, mudou muito pouco nos últimos 15 meses.

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Economia desacelera na geração de novos negócios em 2014

De janeiro a abril de 2014, foram abertas no País 157.561 novas empresas, sem considerar os Microempreendedores Individuais (MEIs), o que demonstra uma queda de 12,5% em comparação ao mesmo período de 2013. A redução de abertura de novas empresas aconteceu principalmente na indústria e no comércio, que tiveram queda de 18,3% e 15,9% respectivamente.

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No Brasil, empresas ainda não priorizam a sustentabilidade

Em que patamar se situa, hoje, a gestão ambiental das empresas no Brasil? Em busca da resposta a essa pergunta, a Fundação Dom Cabral (FDC) desenvolve, desde 2012, a pesquisa intitulada "Estado da Gestão para a Sustentabilidade no Brasil". A iniciativa, que tem o apoio institucional do Secovi-SP, aponta, na edição de 2014, alguns desafios já observados na sua primeira realização.

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Custo dos feriados chega a R$ 45,5 bilhões em 2014

As perdas ocasionadas pelos feriados nacionais e estaduais à indústria brasileira podem atingir R$ 45,5 bilhões em 2014, valor 2,8% maior do que o estimado para o ano passado. Isso significa dizer que a economia brasileira deixará de produzir até 3,6% do seu PIB industrial.

Os estados mais industrializados são também os que concentram as maiores perdas. Em São Paulo, a conta pode chegar a R$ 15,6 bilhões, enquanto no Rio de Janeiro os prejuízos somam R$ 5,5 bilhões. Minas Gerais e Rio Grande do Sul podem deixar de produzir, respectivamente, R$ 4,5 bilhões e R$ 2,8 bilhões. As informações estão na Nota Técnica “O Custo Econômico dos Feriados” divulgada pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

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Ações de combate à lavagem de dinheiro passam a ser prioridade

O nível de atenção dada pela alta administração das companhias aos desafios impostos pela lavagem de dinheiro é o mais alto de todos os tempos, de acordo com as constatações do novo relatório da KPMG Internacional. Nove em cada dez respondentes (88%) disseram que as questões relacionadas ao combate a este tipo de crime (Anti-Money Laundering, da sigla em inglês, AML) estão de volta ao topo das prioridades na pauta das empresas, em vez de estarem sendo substituídas por outros temas como mostraram estudos realizados ao longo dos últimos dez anos. O levantamento apontou ainda que a maioria dos entrevistados (84%) alegou que essa conduta é considerada de alto risco ao negócio, enfatizando ainda com que nível de seriedade a administração interpreta as falhas no cumprimento das exigências regulatórias.

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