Burnout: a síndrome de exaustão no trabalho

Por Prof. Dr. Mario Louzã*

A síndrome de burnout (literalmente, “algo que queima até não sobrar nada”), também chamada de exaustão ou esgotamento, vem sendo cada vez reconhecida nas diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho, embora não seja ainda reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde.

Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. Burnout provavelmente sempre existiu, basta lembrar as condições de trabalho dos operários na Revolução Industrial, no século XIX, chegando a 16-18 horas diárias, sem um período estipulado de descanso. Ao longo do século XX, leis foram criadas para proteger o trabalhador e regrar a duração do dia de trabalho, os horários de descanso e os dias de folga, bem como a utilização de equipamentos para reduzir o risco de acidentes.

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Aliados na prevenção e tratamento de doenças

A prática regular de atividades físicas pode trazer muitos benefícios para a saúde, promovendo bem-estar físico e mental, além de auxiliar na prevenção de diversas doenças, como problemas cardíacos, diabetes e até osteoporose. A adoção de hábitos saudáveis com cuidados necessários, como a prática de exercícios e uma dieta balanceada, tem um papel fundamental para aumentar a disposição e melhorar a qualidade de vida.

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