Expo Negócios Apelmat: um encontro oportuno

Primeira edição da Expo Negócios Apelmat reúne empresas e profissionais da área que buscam atualização sobre as novas tecnologias no mercado e informações para a tomada de decisões de investimentos

Promovida pela Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplenagem, Ar Comprimido, Hidráulico e Equipamentos de Construção Civil (Apelmat), a primeira edição da Expo Negócios Apelmat reuniu representantes de 30 empresas e foi marcada pela apresentação de novas tecnologias e conteúdo relevante para os associados. O evento, que aconteceu ontem, das 13h às 22h, na sede da Apelmat, contou com palestras da Romanelli, da Sotreq e do Grupo Wirtgen, além do Ciclo Saúde, uma iniciativa voltada à saúde e à qualidade de vida.

“Estamos honrados de fazer parte desse passo pioneiro na sede da Apelmat“, disse Ilson Romanelli, diretor da Romanelli. O executivo deu uma verdadeira aula sobre as inovações e a tecnologia dos equipamentos e processos da companhia, e enfocou, principalmente, as necessidades que seus espargidores de asfalto atendem.

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Especialista em concreto revela criação de cursos para formar profissionais voltados a reparo em concreto

Para contribuir com a formação de profissionais especializados em fazer reparos em estruturas de concreto, foi criado nos Estados Unidos um curso online que atende a interessados do mundo todo. “A iniciativa decorre de um estudo que nós fizemos demonstrando que 25% dos reparos feitos nos Estados Unidos apresentam falhar em menos de um ano, necessitando de retrabalho”, revelou Rick Yelton, editor para o World of Concrete, em palestra proferida no Construction Summit 2016, realizado em São Paulo, pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.

 

De acordo com Yelton, a questão da necessidade de reparos em estruturas de concreto é bastante preocupante nos Estados Unidos. “Para nós é constrangedor concluir que os gastos com reparos em concreto chegam à casa de US$ 21 bilhões ao ano. Isso significa que estruturas que deveriam durar 50 ou 60 anos não estão atendendo a essa expectativa”, analisa o palestrante.

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Certificação tem contribuído para mudança de cultura na área de edificação no país

O modelo de gestão e avaliação ambiental das construções aplicado pela Fundação Vanzolini, com o selo AQUA-HQE, tem promovido uma mudança de cultura nas práticas de planejamento, gestão e construção de edificações no país. “Entre as principais qualidades do processo está o respeito às características locais, como clima, legislação e contexto sócio econômico. Não se pode falar em mudança de cultura, sem respeito às características brasileiras”, explicou Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo da certificação AQUA-HQE (Alta Qualidade Ambiental), da Fundação Vanzolini, em palestra durante o Construction Summit 2016, em São Paulo.

 

Prova disso, é que os referenciais técnicos do AQUA-HQE fazem referência constante às Normas da ABNT, inclusive a 15.575, de desempenho; à Norma de Acessibilidade NBR 9050 e às resoluções do Conoma (Conselho Nacional do Meio Ambiente), entre outras; além de considerar os requisitos de desempenho energético da etiqueta PBE Edifica, do Inmetro.

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Pesquisa divulgada no Construction Summit mostra que 44% dos deficientes físicos são das classes A e B

Cada vez mais os gestores urbanos necessitam levar em conta o enorme contingente de deficientes físicos nos planejamentos das ações voltadas para as cidades. Afinal de contas, segundo o último censo do IBGE, o total de pessoas com algum tipo de deficiência chega a 46 milhões. “E, ao contrário do que prega o senso comum, trata-se de um contingente formado majoritariamente por pessoas com razoável poder aquisitivo”, informou Rodrigo Rosso, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Revendedores de Serviços para Pessoas com Deficiência (Abridef), durante palestra proferida no Construction Summit 2016, realizado em São Paulo, pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.

 

De acordo com Rosso, uma recente pesquisa constatou que 42% dos deficientes são das classes A e B; 44% são da classe C; e apenas 14% são das classes D e E. Para o líder setorial, isso demonstra que há uma visão distorcida sobre esse contingente da população, que não é vista como consumidora. “Outro dado que confirma o predomínio de pessoas de elevado poder aquisitivo é que no ano passado, quando o setor automotivo amargou uma forte queda, as vendas de veículos destinados a deficientes cresceu nada menos que 26%”, afirmou. Lembra ainda que o mercado de produtos destinados a deficientes fatura anualmente cerca R$ 5,5 bilhões.

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Evento debate as novas formas de comunicação no setor da construção civil

Como trabalhar as questões de reputação e da marca no setor, considerado conservador, como o da comunicação, e quais meios de comunicação são os mais qualificados para levar essa informação à sociedade foram dois aspectos colocados pelo mediador Rodrigo Prada, diretor de Comunicação do Sinaenco – Sindicato Nacional da Arquitetura e Engenharia, no workshop da entidade sobre Novas Mídias e Formas de Comunicação no Setor da Construção, promovido no Construction Summit.

 

Segundo Vagner Barbosa, diretor de planejamento da Agência Canteiro, esse segmento trabalha, principalmente, duas mídias: a impressa e as feiras de negócios. “No entanto, com a chegada dessas novas mídias, que nasceram a partir da revolução digital, as formas tradicionais de comunicação começaram a ser contestadas”, afirmou. “Isso porque os dois pilares da mídia tradicional – monopólio e mercado de “massa” – estão sendo confrontados pelos novos meios, que democratizaram a informação e a produção de conteúdo, além de serem extremamente segmentadas e customizadas. Agora, é possível falar com nichos de mercado e obter métricas e respostas desse público”.

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Sobratema e Abendi lançam certificado para profissionais das áreas da construção e mineração

Os principais benefícios da certificação incluem a garantia de produtividade e segurança na execução da atividade para o profissional, além de reduzir o número de afastamento por acidentes, aumentando a produtividade

  

Visando garantir a qualificação dos profissionais dos setores da construção e mineração, a Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração e a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção apresentaram durante o Construction Summit 2016 o primeiro sistema de certificação de terceira parte para profissionais das áreas da construção e mineração.

 

Segundo Afonso Mamede, presidente da Sobratema, a necessidade dessa certificação foi em função das dificuldades da qualificação da mão de obra de operação dos equipamentos e a exposição aos riscos que esses profissionais colocam as pessoas envolvidas nos setores de construção e mineração.

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