Não caia em armadilhas financeiras

Segundo Davi Jerônimo, consultor de administração do Sebrae-SP, caso a auto avaliação da empresa mostre que o investimento na renovação da frota é inevitável e que não há recursos próprios para tal finalidade, a alternativa do empréstimo pode ser considerada. “Caso seja realmente necessário, a empresa pode recorrer a bancos públicos, que ainda mantêm taxas de juros mais baixas e ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social”, orienta. Outras opções seriam as agências de desenvolvimento mantidas pelos governos.

Antes de tomar a decisão de contrair uma nova dívida, porém, é necessário olhar para o caixa. “É preciso analisar se é possível tomar crédito e fazer uma adequação, pois um financiamento no atual momento econômico poderá deixar a situação mais crítica futuramente”, orienta. De acordo com o especialista, o que deve nortear essa resolução é a determinação clara de que a companhia conseguirá honrar com esse compromisso.

Para que esse diagnóstico seja certeiro, não há outra alternativa a não ser um bom planejamento. “Se a empresa consegue antever os próximos cinco anos, por exemplo, poderá ter um holofote melhor para sair da crise”, observa Jerônimo. Em último caso, o consultor sinaliza que a mudança de segmento também poderá ser uma estratégia alternativa.

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