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Desde 1º de fevereiro, sentimos o impacto da alta de impostos, que elevou o preço da gasolina e do diesel.

O governo federal aumentou a taxa de PIS/Cofins e a Cide-Combustíveis, e a Petrobras afirmou em nota que, em decorrência da decisão, os preços daqueles derivados nas refinarias seriam acrescidos dos valores decorrentes dessas taxas. No fim das contas, nós é que “pagamos o pato”.

Esse é só um dos aspectos de uma fatura alta e delicada que tanto consumidores quanto empresas pagam no Brasil. Como você poderá ler na reportagem de capa desta edição, as companhias no País gastam cerca de 2.600 horas por ano, ou seja 108 dias, para calcular e pagar seus impostos.

A sopa de letrinhas que tem como ingredientes diversas siglas do conjunto tributário brasileiro pode ser bem indigesta, principalmente quando há pouca clareza e informações sobre o recolhimento desses impostos. Para não ter prejuízo, contar com orientação é fundamental, além de fazer um bom planejamento.

No atual contexto econômico, também é importante cuidar do relacionamento no meio corporativo, principalmente em negócios familiares. Na entrevista desta edição, você encontra dicas para separar a convivência nos dois ambientes e enfrentar crises sem muitos conflitos.

Por fim, a Revista Apelmat/Selemat começa uma série de reportagens especiais sobre os 30 anos da associação. Acompanhe nossa história, que teve início a partir da coragem e determinação de 20 empresários.

Boa leitura!

Luiz Sanches, superintendente da Apelmat e do Selemat

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