Memória viva

Na noite de 12 de dezembro deste ano, a Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplenagem, Ar Comprimido, Hidráulico e Equipamentos de Construção Civil (Apelmat) reuniu associados, diretores, conselheiros, ex-presidentes, parceiros, colaboradores, fornecedores e patrocinadores para o lançamento do livro Apelmat 30 Anos. A edição comemorativa resgata a história da entidade, fundada em 29 de maio de 1985 – são três décadas de uma trajetória marcada por muitos desafios e conquistas.

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Parcelamento tributário de empresas em recuperação judicial

Por Thiago Ribeiro Barbosa e Luiz Fernando Martins Macedo*

Sempre que uma empresa se encontra em dificuldades financeiras, além de não pagar seus credores, deixa de quitar os tributos devidos. A legislação brasileira, valendo-se dos conceitos da recuperação judicial usados nos Estados Unidos, adotou, desde a criação da Lei de Recuperação Judicial (Lei nº 11.101/05), a possibilidade de as companhias entrarem em moratória mediante um acordo geral com seus credores, exceto o Fisco.

Até o advento da Lei nº 13.043/2014, as empresas com processamento da recuperação judicial deferido não tinham necessidade de apresentar as Certidões Negativas de Débitos Tributários (CNDs) para terem seus Planos de Recuperação devidamente homologados pelo Poder Judiciário.

Considerando essa situação, foi modificado o Código Tributário Nacional (CTN) a fim de garantir o cumprimento da função social da empresa, procurando evitar seu encerramento por meio de uma equalização da satisfação do crédito da Fazenda Pública, de qualquer esfera, com proteção da unidade produtiva. Ficou, então, estabelecido que para as companhias em recuperação judicial deverá ser concedido o parcelamento tributário mais vantajoso em vigor no momento da concessão de eventual moratória (art. 155-A, §4º CTN, conforme redação dada pela Lei Complementar 118/2005).

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Colaborador engajado atua como “dono do negócio”

Por Marcia Dolores Resende*

Outro dia, li uma matéria em um jornal de circulação nacional que me chamou a atenção. O texto trazia relatos de especialistas em recursos humanos alertando sobre a importância de promover o engajamento nas empresas – uma questão que eu e minha equipe sempre ressaltamos durante as nossas consultorias.

A maioria dos líderes, mesmo sabendo que se trata de um assunto fundamental para um desempenho sadio e sustentável, não se preocupa diretamente com o termo “felicidade”, mesmo que o tema esteja intimamente ligado com a produtividade. Entretanto, este último, sim, tira o sono de qualquer gestor.

A fórmula “engajamento + funcionário feliz + produtividade = aumento nos lucros da empresa” é clara, fácil de entender e já foi comprovada muitas vezes. Entretanto, a dúvida de todos os empresários é de como aplicá-la, uma vez que nem todos os elementos são facilmente identificados em uma corporação. Por exemplo: todos os colaboradores estão satisfeitos? O ambiente de trabalho proporciona uma interação saudável? Como está o nível de produtividade? Infelizmente, são poucos que conseguem ouvir em suas respostas o que que tanto esperam!

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Há esperança

O ano de 2015 foi marcado por índices negativos. O que esperar do futuro próximo?

Os investimentos em infraestrutura são vistos pelo governo como uma das apostas para tirar o País da crise que vive atualmente: a queda do PIB (Produto Interno Bruto) em 2015 deverá ser de 3,02%, segundo estimativa do mercado financeiro feita no mês de novembro. No entanto, mesmo com as iniciativas e os planos de estímulo que estão sendo idealizados pelo Estado, a construção civil teve problemas para realizar seus planos neste ano. O momento ruim da economia, a instabilidade política e as investigações da Operação Lava-Jato, entre outras situações, fizeram de 2015 um ano difícil para o setor, na opinião dos especialistas.

“Este ano foi realmente mais desafiador do que os anteriores”, garante Érico Giovannetti, diretor de consultoria de gerenciamento de projetos de infraestrutura da consultoria KPMG no Brasil. Para ele, uma das grandes dificuldades enfrentadas pela construção civil foi obter financiamentos em um cenário cuja alta no dólar teve impacto significativo – entre setembro de 2014 e de 2015, a moeda subiu 71,57% em relação ao real.

“O câmbio tem relação direta com o custo do capital. As empresas precisam desse dinheiro para fazer as obras, comprar equipamentos e realizar outras despesas. Agora, tudo isso ficou mais caro. Esse é um problema importante”, explica o diretor da KPMG. Outra dificuldade reside na escassez de dinheiro recebido do governo, que é o grande responsável pela maioria das grandes obras no Brasil, inclusive aquelas que são estabelecidas no sistema de parceria público-privada.

Como resultado da crise econômica, a União anunciou neste ano uma série de medidas de contenção de despesas em investimentos para equilibrar as contas públicas, em um pacote popularmente chamado de “ajuste fiscal”. Uma das decisões foi a de reduzir de maneira sensível as verbas disponíveis para o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), principal vitrine do governo na área de infraestrutura. O projeto sofreu o corte de metade de seus recursos em relação a 2014, sendo que a maior parte das verbas utilizadas diz respeito a compromissos assumidos anteriormente, segundo o site Contas Abertas.

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É proibido quebrar

Equipamentos da Linha Amarela, quando são danificados, podem causar grande prejuízo. Por isso, a manutenção é essencial para a operação

Máquinas com problemas são uma grande dor de cabeça para o setor de construção civil – podem levar a atrasos no cronograma das obras, defeitos na execução do projeto e até causar acidentes com funcionários. Portanto, realizar a manutenção correta dos equipamentos da Linha Amarela traz a garantia de que os trabalhos serão realizados com rapidez, qualidade e com baixo custo. Mas fazer isso não é fácil: requer planejamento, atenção constante e muita competência na gestão operacional e dos recursos.

Em um serviço pesado como o da construção civil, há muitas possibilidades de quebra ou de deterioração dos equipamentos. De maneira geral, sistemas hidráulicos, de combustível e transmissões são muito sensíveis ao desgaste por causa das tolerâncias apertadas entre as peças. No entanto, os pontos mais críticos podem variar bastante conforme o tipo de trabalho realizado pela máquina.

“Em obras com muita rocha, sapatas e outros materiais rodantes podem ficar defeituosos. Se o solo é abrasivo, isso acontece com as esteiras e roletes. Nos lugares com muito pó, a manutenção de filtros de ar e a contaminação dos óleos devem ser tratadas com mais atenção”, explica o engenheiro mecânico Norwil Veloso, que é autor do livro Gerenciamento e Manutenção de Equipamentos Móveis (Ed. Sobratema).

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Aposta na inovação

A Atlas Copco lançou a extensão da linha de compressores de parafuso rotativo lubrificado GA 90+-160 e GA 132-160 VSD

“Os novos compressores GA, de plataforma mundial, fabricados no Brasil, garantem maior confiabilidade e robustez, maiores intervalos de manutenção e máxima eficiência energética”, afirmou Henrique Triboni, gerente de negócios oil free air da Atlas Copco ao apresentar brevemente a história da linha de compressores GA em evento para imprensa e convidados. Ao lembrar que a empresa completa 60 anos de presença no Brasil, disse que “a Atlas Copco não para de inovar”.

O desenvolvimento do novo design mantém a melhor performance em eficiência energética do mercado. A linha também conta com a tecnologia VSD (Variable Speed Drive – acionamento de velocidade variável) da Atlas Copco. Isso resulta em uma economia de energia de até 35%, diminuindo o custo do ciclo de vida de um compressor em 22% (média).

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Debate sobre ética: discurso versus atitude

Por Nuno Antunes Ferreira*

Uma das possíveis definições de ética, que encontramos no portal Brasil Escola, seria a de que é uma parte da filosofia (e também pertinente às ciências sociais) que lida com a compreensão das noções e dos princípios que sustentam as bases da moralidade social e da vida individual.

Um número crescente de cursos universitários tem a ética no seu programa curricular. A sociedade civil promove de forma consistente o debate sobre a questão no âmbito da vida corporativa, da cidadania, da medicina etc.

Por outro lado, pelo menos aparentemente, as empresas cada vez mais estão se preocupando com sua responsabilidade social (e certamente muitas a utilizam como elemento diferenciador na guerra competitiva). Assim sendo, não deixa de ser pertinente meditarmos sobre o porquê de tantas companhias terem um comportamento prático que contraria suas melhores declarações de intenção.

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Sempre é tempo para aprender

Livros, filmes e séries podem dar aquele insight que faltava para resolver um problema dentro da empresa ou para fazer sair do papel uma ideia inovadora

Ninguém gosta de usar as horas livres para pensar em trabalho, mas, na maioria das vezes, é justamente quando se está relaxado e com a cabeça longe do escritório que surgem as melhores ideias. Então, se você quer aproveitar o tempo livre, especialistas da Endeavor Brasil e do Sebrae dão dicas de livros, filmes e séries inspiradoras. Confira a lista a seguir, escolha o que preferir, acomode-se no sofá e bom proveito!

Livros

1. O Investidor Inteligente, de Benjamin Graham

Com prefácio escrito pelo bilionário empresário Warren Buffet, este livro tornou-se um best-seller com mais de 1 milhão de cópias vendidas e é considerado fundamental para quem quer ganhar dinheiro na Bolsa de Valores. Traz lições importantes sobre educação financeira, mercado de ações e investimentos.

2. Repeatability: Build Enduring Businesses for a World of Constant Change, de Chris Zook e James Allen

De maneira didática, o livro reúne um estudo feito com mais de 200 companhias bem-sucedidas e mostra a importância de se ter um plano de negócios que permita mudanças rápidas. Segundo os autores, essa flexibilidade garante a sobrevivência no mundo atual.

3. Dobre seus Lucros, de Bob Fifer

Por meio da análise de mais de 100 empresas norte-americanas, o autor chegou à conclusão de que é possível dobrar os lucros por meio da redução de desperdícios, da motivação dos funcionários e vendedores e do aumento da produtividade.

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