Aluga-se

Na construção pesada, de infraestrutura, a locação atende a um percentual de 30% da necessidade de frota. A afirmação é de Mário Humberto Marques, diretor da Alusa Engenharia e vice-presidente da Sobratema, ao detalhar a participação de rental no setor de construção pesada durante o 2º Congresso Nacional de Valorização do Rental, realizado em paralelo com a M&T Peças e Serviços.

Em construções e montagem, segmento que atende geralmente a indústrias, aluga-se mais (70% ou mais), até mesmo por uma questão cultural. Já na construção pesada, que é basicamente a de infraestrutura, o índice é baixo (30%) e na construção civil (predial) é alto (70% ou mais). E, por fim, a indústria aluga principalmente equipamentos pequenos.

Confira na tabela o percentual de locação dos equipamentos em diferentes áreas.

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Mobilidade e qualidade de vida em conflito

Uma pesquisa realizada pela Home Agent, empresa que oferece teleatendimento customizado cujo diferencial é a instalação de postos de trabalho em casa, indicou os principais pontos negativos e positivos da cidade de São Paulo, bem como o impacto da Mobilidade Urbana sobre a vida do paulistano.

Como pontos negativos, os entrevistados destacaram que a violência e a insegurança são os principais fatores presentes na cidade (85,7%). Em segundo lugar, com 85%, está o trânsito, seguido do estresse (32,1%) e da poluição (31,6%).

Mas nem só com pontos negativos São Paulo é lembrado. Entre os pontos positivos, os entrevistados indicaram o mercado de trabalho (64,7%), seguido da ampla diversidade cultural (61,7%), variedade de serviços e negócios ofertados aos moradores (46,6%) e importantes instituições de ensino (36,8%).

A qualidade de vida também foi um dos itens avaliados e o resultado bateu na trave. A média para esse quesito ficou em 3,26, sendo que o número 3 faz a divisão entre posicionamentos negativo e positivo.

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Tecnologia, a solução para a mobilidade urbana

Por Vivien Mello Surugy*

 

A mobilidade urbana no Brasil caminha para a imobilidade total e o refrão eleitoral – “governar é cuidar das pessoas” – nada mais é que puro engodo. O que poderia mudar o quadro caótico? Sensibilidade dos gestores públicos, compromisso com a modernização dos sistemas, sintonia com as demandas populares, investimento em qualidade. Nestes valores está a luz no fim do túnel. Não dá para prolongar o sofrimento de milhões de brasileiros. Soluções existem e basta vontade política para aplicar o dinheiro público com inteligência. O eixo da modernização implica focar para as telecomunicações.

Em São Paulo, são quase dez milhões de pessoas transportadas diariamente por cerca de 15 mil ônibus, distribuídos em 4.411 km de linhas. É possível atenuar as angústias geradas pela massificação dos passageiros com o aumento da velocidade média. Para tanto, urge implantar os mecanismos tecnológicos especializados nos transportes.

Sistemas integrados de telecomunicações e voltados para melhorar os padrões de mobilidade dos ônibus já existem e funcionam muito bem em grandes cidades de muitos países. Nós temos condições de desatar este nó.

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Raio x da infraestrutura de transporte

No Brasil, o modal rodoviário é o mais utilizado. A estimativa é que cerca de 60% do que é produzido no país passe pelas rodovias. Apesar disso, a qualidade dessa infraestrutura deixa a desejar. Para se ter uma ideia, 79,3% da malha brasileira (que é de 1,7 milhão de km) sequer é pavimentada e, entre as rodovias federais com pavimento, quase 90% tem pista simples.

Conforme o Plano de Transporte e Logística 2014, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), para solucionar os gargalos, deveriam ser investidos R$ 293,8 bilhões somente em rodovias. Os recursos garantiriam, por exemplo, duplicação, pavimentação ou recuperação do pavimento e construção de novas rodovias. Além disso, poderiam ser aplicados, também, em adequações nas pistas já existentes e melhoria da sinalização em 77,1 mil km de vias. O valor não contabiliza os projetos relacionados à mobilidade urbana no modal rodoviário.

A duplicação de vias demanda a maior porção dos recursos: R$ 137,1 bilhões para 14,6 mil km. A segunda maior parcela da verba é necessária para a pavimentação de 12,3 mil km, num total de R$ 50,9 bilhões. Outros R$ 47,2 bilhões precisam ser aplicados para construção de 8,7 mil km de novas vias.

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Sete orientações para um feedback positivo

Por Ricardo M. Barbosa*

 

Uma preocupação básica para quem ocupa um cargo de liderança é como as empresas estão se comunicando com seus colaboradores. Mas, o que poucos percebem é que quando um líder fala com alguém subordinado, na verdade quem está falando, no entendimento do liderado, é a empresa e não o gestor.

O cuidado deve ser grande para que as conversas estejam alinhadas aos objetivos da companhia e para que haja ações constantes de feedback, com um alinhamento dos discursos, melhorias dos trabalhos, ações motivacionais, evitando erros de comunicação e interpretação.

Mas o que é feedback? Esse termo é entendido como um canal de comunicação entre a empresa (representada na maioria das vezes pelo gestor ou pela área de recursos humanos) e seu colaborador. Por meio dele é que se faz uma avaliação crítica dos trabalhos levando em conta pontos positivos e negativos em relação àquilo que se realiza e o que é de essencial importância para o aprendizado e crescimento.

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Novo em folha

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) estima que cerca de 230 mil caminhões com mais de 30 anos rodem pelo Brasil. Com tecnologia ultrapassada. Além de poluir o ambiente, geram maior risco de acidentes.

O programa nacional de renovação de frota de caminhões, que deve ser lançado após as eleições, visa retirar das estradas veículos pesados com mais de três décadas de uso. Além disso, o objetivo é reduzir a idade média da frota de caminhões brasileira, o que poderia estimular a indústria.

O texto levado ao Ministério do Desenvolvimento e à Casa Civil foi assinado por dez entidades representativas de setores como indústria automobilística, transportes, logística e siderurgia, além do sindicato dos metalúrgicos do ABC paulista.

Segundo Valdner Papa, diretor de relações com o mercado e representante da Fenabrave no grupo Coalizão para renovação de Frota, o programa é resultado do trabalho de praticamente todas as entidades envolvidas com o setor automotivo. “Todos os planos anteriores foram encaminhados isoladamente por cada entidade e os resultados não foram os melhores. Então, criou-se uma coalização de todos os interessados, que se juntaram para fazer uma única proposta.”

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